• Photo: YURI KOCHETKOV, EPA
    Depois de perder aliados na Europa e credibilidade entre os cidadãos, o presidente Yanukovych faz uma aproximação ativa com a Rússia. Na Ucrânia conforme modelo russo começam ataques às liberdades civis.
  • Photo: Maks LEVIN, LB
    A 16 Janeiro de 2014 chegou o ponto de viragem. O Parlamento ilegalmente adota leis que restringem significativamente a liberdade de expressão, de reunião, e funcionamento das organizações civis independentes. Os deputados na realidade puseram fora da lei qualquer tentativa de opinião e posição alternativa, introduziram censura na Internet, registo obrigatório de sites, obrigaram a venda de cartões SIM só com passaporte.
  • Photo: ZN.UA
    Essas "leis de ditadura" foram aceites através da maioria pró–presidencial do parlamento – do Partido das Regiões e do Partido Comunista. A maioria dos deputados nem chegou a ler as leis pelas quais votaram.
  • Photo: Kudymets Maksym
    Na Ucrânia começam sequestros e espancamentos dos activistas civis. Trazem gangsters de outras regiões para Kiev que lançam um verdadeiro terror nas ruas – queimam carros, batem nas pessoas para intimidar. Em oposição a isso os cidadãos organizam comunidades, por exemplo a comunidade "AutoMaidan" – para proteger a cidade dos criminosos pró–regime.
  • Photo: GURNIAK VIKTOR, LUFA
    Os cidadãos não concordam com perda das liberdades democráticas e revoltam–se contra a tirania. Na rua Hrushevskoho em Kiev, a caminho de Maidan para os edifícios do Conselho de Ministros e do Parlamento há confrontos de manifestantes com a polícia, que começa a usar armas de fogo, granadas de ruído–luz e veículos blindados.
  • Photo: Trebukhov Maksym
    Nas batalhas de rua do lado da polícia participam clandestinamente agentes da polícia especial da Rússia, violando a legislação da Ucrânia. A polícia espanca violentamente e humilha os manifestantes capturados – por exemplo despe completamente algumas pessoas ficando ao frio e fotografam–nas à força.
  • Photo: Ratushniak Oleksandr
    Como resultado das ações violentas e ilegais da polícia várias pessoas foram mortas e centenas ficaram feridas. Ao mesmo tempo as autoridades organizam assassinatos e sequestros dos feridos nos hospitais.
  • Photo: Kudymets Maksym
    Depois de uns dias de confrontos o poder recua. O Euromaidan permanece até serem cumpridos os requisitos previamente proclamados.


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  • Photo: Maks Levin
    A 18 de Fevereiro de 2014 os manifestantes organizaram uma marcha pacífica até ao edifício do Parlamento exigindo a abolição das "leis de ditadura"." No entanto, o governo mais uma vez recusa–se ouvir os cidadãos.
  • Photo: Vladyslav Musienko
    Apesar da promessa do governo de garantir a segurança, centenas de bandidos armados, juntamente com a polícia, atacam os manifestantes. Com isso iniciam–se os três dias mais sangrentos do Euromaidan.
  • Photo: REUTERS, Stringer
    O governo usa veículos blindados pesados, atiradores–snipers, bandidos armados e começam a invadir a Praça.
  • Photo: Alexander Sherbakov, AP
    Mais de uma centena de pessoas foram mortas e milhares ficaram feridos.
  • Photo: Yurko Dyachyshyn
    O ataque sangrento na Praça agitou todas as regiões da Ucrânia.
  • Photo: Yurko Dyachyshyn
    Uma vez que as autoridades ignoraram as exigências dos manifestantes, os cidadãos nas várias regiões invadem e controlam as instalações das autoridades regionais.
  • Photo: Palamarchuk Pavlo
    A polícia deixa os postos e retira–se. Para combater com gangues criminosos, foi criada a guarda civil, que começa a patrulhar cidades.
  • Photo: YouTube screenshots
    O Presidente Yanukovych perde completamente o controle da situação na capital e nas regiões do Oeste, do Centro e do Sul do país. Na noite de 21–22 de Fevereiro de 2014 Victor Yanukovych deixa Kyiv e vai para Kharkiv, onde com o apoio da Rússia tenta organizar um congresso para separar as regiões do Leste da Ucrânia. Mas esse plano falhou.
  • Photo: Konstantin Chernichkin, REUTERS
    Yanukovych e a maioria dos membros do seu governo, levando objectos roubados de valor elevado, fogem para a Rússia. De acordo com a Constituição da Ucrânia, o presidente fugitivo foi suspenso das funções devido a impossibilidade de ficar no cargo. Foi decidido que até à eleição do novo Chefe de Estado, as funções do presidente são exercidas pelo Chefe do Parlamento (da "Verkhovna Rada") Oleksandr Turchynov. Foi organizado um novo governo liderado por Arseniy Yatsenyuk.
  • Photo: Yurko Dyachyshyn
    Após a fuga dos ex–líderes do país, os ucranianos tiveram conhecimento sobre numerosos casos de enorme fraude e corrupção. O público teve a possibilidade de observar os apartamentos privados do Presidente, do Procurador–Geral e dos outros altos funcionários que, de acordo com os dados oficiais, não tinham nenhum negócio e nada podiam ganhar de outra forma.
  • Photo: Brendan Hoffman, Europress
    Em geral, de acordo com a nova Procuradoria Geral, Viktor Yanukovych roubou do orçamento do Estado mais de US $ 100 bilhões.
  • Photo: Lazlo Beliczay, EPA
    A Ucrânia pagou um preço alto pela libertação da ditadura e pela sua escolha civilizacional – fazer parte da Europa.
  • Photo: Baz Ratner, Reuters
    Durante os protestos de Novembro de 2013 a Fevereiro 2014, que foram chamados "Revolução da Dignidade", morreram mais de 100 pessoas. Além dos ucranianos nas batalhas contra regime de Yanukovych morreram também bielorrussos, armênios e georgianos.
  • Photo: Vladyslav Musienko
    Todos eles entraram no memorial dos mártires pela independência da Ucrânia – "A Centena do Céu".
  • Photo: Yurko Dyachyshyn
    Imediatamente após o derrube de Yanukovych começou a restauração da vida civil e foram iniciadas as medidas para estabilizar a economia do estado. O ponto principal da vida do país foi a organização das eleições presidenciais em 25 de Maio, para que o estado tenha um novo líder legítimo.
  • Photo: Vladyslav Musienko
    Enquanto na capital se fazia a recuperação do funcionamento da polícia, a sua função parcialmente era executada pela "Autodefesa do Maidan". Ela protegia os edifícios dos ministérios, do Parlamento e das embaixadas estrangeiras.
  • Photo: Volodymyr Hontar, UNIAN
    O novo governo restaura imediatamente a política activa no sentido da integração com a Europa.


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  • Photo: Ivan Sekretarev, AP
    Quando se torna claro que a tentativa de subornar o governo ucraniano foi um fracasso, e que o novo governo está virado para a Europa, os lideres da Rússia recorrem ao recurso bélico.
  • Photo: Sean Gallup, GETTY
    Aproveitando a presença das suas próprias forças armadas da Frota do Mar Negro na Crimeia, a Rússia apreende os estabelecimentos governamentais, as unidades militares e os objetos críticos da infraestrutura da Península. A Frota na Crimeia Russa foi herdada da União Soviética. A sua locação temporária no território da Ucrânia foi estabelecida por um período limitado segundo os acordos entre os dois países.
  • Photo: ANTON PEDKO, EPA
    Com a sua agressão a Rússia viola todos os acordos internacionais e intergovernamentais nos quais reconheceu as fronteiras existentes na Europa e garantiu a integridade territorial da Ucrânia. Por exemplo, "Memorando de Budapeste", assinado em 1994. No entanto, esse foi apenas o começo do "próprio jogo" do Presidente russo Putin.
  • Photo: VIKTOR DRACHEV, AFP
    A 16 de Março na República Autónoma da Crimeia, território integrante da Ucrânia, as tropas russas e as autoridades fantoches organizam o autoproclamado "referendo" sobre a adesão à Rússia. No dia seguinte a Rússia reconhece os resultados deste referendo falso e festeja no Kremlin a adoção de novas terras no estilo da União Soviética.
  • Photo: Ivan Sekretarev, AP
    Na peninsula da Crimeia as autoridades da ocupação lançam uma operação de opressão dos ucranianos e dos Kirimli (tártaros de Crimeia). Os cidadãos patrióticos da Ucrânia são intimidados, muitos foram sequestrados e depois disso alguns foram encontrados mortos.
  • Photo: Sergei Grits, AP
    A comunidade internacional condena as ações da Rússia e aplica sanções económicas. A Assambleia Geral da ONU com cem votos úteis a favor reconhece a Crimeia como parte da Ucrânia. "Contra" votaram só a Federação Russa e os seus "aliados espirituais" – Arménia, Bielorrússia, Bolívia, Cuba, Coreia do Norte, Nicarágua, Sudão, Síria, Zimbábue, Venezuela.
  • Photo: Artur Shvarts, EPA
    Após a anexação da Península lançou–se uma ofensiva sobre os direitos do povo tártaro da Crimeia, que não aceitaram a ocupação, porque, na verdade, já era segunda vez durante últimos cem anos. O ditador, que tirou a Crimeia aos tátaros e os deslocou para a Ásia Central, foi Joseph Stalin.
  • Photo: Alexander Polegenko, AP Photo
    Na Crimeia começam raptos e assassinatos por causa da nacionalidade ou opiniões opostas expressas publicamente. As práticas comuns foram buscas sem qualquer razão, incluindo às organizações religiosas muçulmanas e até a detenção de pessoas. Aos tártaros da Crimeia, primeiro proibiram homenagear o aniversário da deportação do seu povo, e quando, eventualmente, o permitiram, só sob a supervisão da polícia com veículos blindados.
  • Photo: Reuters, stringer
    Aos líderes dos tártaros da Crimeia – Mustafa Dzhemilev e Refat Chubarov – foi proibida a entrada para a Crimeia. Em Simferopol bloqueiam a actividade de Medzhlis (Assambleia) do povo tártaro da Crimeia.
  • Photo: Lyseyko Markiyan
    Como resultado da ocupação da Crimeia mudaram para a Ucrânia continental mais de 19 mil pessoas.


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  • Photo: REUTERS
    Depois da ocupação da Crimeia as autoridades russas fizeram a tentativa de destabilizar a situação na Ucrânia e separar do país 8 regiões – um terço do território total.
  • Photo: YANNIS BEHRAKIS, REUTERS
    Na primavera de 2014 os sabotadores russos começaram abertamente o seu "trabalho" no sul e leste da Ucrânia.
  • Photo: Roman PELIPEY, EPA
    Para implementar provocações envolvem as pessoas mais pobres e sem formação, que são mais fáceis de manipular.
  • Photo: VIKTOR DRACHEV, AFP
    Para as regiões Lugansk e Donetsk, repetindo o "cenário de Crimeia", entram forças especiais do exército russo.
  • Photo: MARKO DJURICA, Reuters
    Os russos assumem o controlo numa série de serviços administrativos e distribuem armas aos bandidos, que já tinham apoio financeiro da Rússia durante últimos anos.
  • Photo: Vk mikaronkainen
    Ao mesmo tempo em 6 regiões do sul e do leste da Ucrânia, para as quais juntamente com as de Donetsk e de Lugansk os russos inventaram um nome ofensivo "Nova Rússia" provocadores, importados em massa da Rússia, organizam distúrbios.
  • Photo: Sergei Poliakov, AP
    Em Odessa tal inquietação separatista termina em tragédia , na qual morrem mais de 40 separatistas e simpatizantes da Rússia.
  • Photo: Олександр Прилепа УНІАН
    No entanto, em Kharkiv, Dnipropetrovsk, Zaporizhzhia, Kherson, Mykolaiv e Odessa não houve intervenção directa das forças russas, por isso os separatistas foram rapidamente neutralizados – muitas vezes mesmo pelas pessoas locais.
  • Photo: Reuters
    Nos territórios invadidos pelos separatistas nas regiões de Donetsk e de Lugansk, o governo ucraniano anuncia a Operação Antiterrorista (ATO).
  • Photo: Reuters
    ATO começa em condições muito difíceis, que foram o resultado dos estragos feitos ao exército pelo Viktor Yanukovych e pelas centenas de agentes de Moscovo em estruturas do poder ucraniano. As forças armadas ficaram pouco eficazes e nos serviços secretos dominava a sabotagem.
  • Photo: Maks LEVIN
    Algumas unidades patrióticas das forças de segurança conseguiram localizar a actividade dos separatistas. O Ministério da Defesa e o Ministério dos Assuntos Interinos começaram a criar batalhões de voluntários. Com esta ajuda foi possível levantar a moral do exército e deter a agressão dos terroristas.


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  • Photo: Petro Zadorozhnyy
    Os cidadãos comuns começam em massa a apoiar o exército ucraniano. Eles auto–organizam–se e através das organizações de voluntários fornecem as necessidades aos militares: vestuário militar, alimentos, remédios e prestam ajuda na reparação das armas e outras técnicas.
  • Photo: Anastasia Sirotkina, Associated Press
    Apesar dos grandes esforços da Rússia o plano de dividir a Ucrânia falha. Em particular, os russos não conseguem fazer abortar as eleições do Presidente do País. Em todas as regiões a vitória confiante foi de Petro Poroshenko.
  • Photo: Facebook.com, petroporoshenko
    A votação mostrou que as pessoas – moradores das diferentes regiões estão unidas no seu desejo de preservar a integridade do Estado e construir o país conforme os valores europeus.


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  • Photo: Reuters
    As tentativas russas para debilitar a Ucrânia através das unidades de sabotagem e mercenários não atingiram a meta, por isso a Rússia decide começar uma invasão de tropas regulares na Ucrânia Leste sem nenhuma declaração de guerra.
  • Photo: Reuters
    A invasão russa provoca ampliação das sanções contra Moscovo pelos países civilizados.
  • Photo: Serhiy Loiko/Facebook
    A Chefia do Kremlin através do total controle sobre s média russos tenta esconder do próprio povo o envolvimento na guerra. Entretanto, para a Rússia começam a voltar os corpos de centenas de soldados mortos.


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  • Photo: Oleksandr Ratushniak
    A 17 de Julho de 2014 sobre território controlado pelos terroristas pró–russos foi abatido o avião de passageiros Boeing–777 que fazia voo MH–17 "Amsterdão – Kuala Lumpur". Morreram 298 pessoas.
  • Photo: Joshua Paul, AP
    O avião foi atingido com um sistema de mísseis anti–aviões "Buk–M", que foi trazido da Rússia. Imediatamente após a destruição da aeronave os terroristas assumiram a responsabilidade pensando que tinham abatido um avião militar ucraniano. Mas passado horas começaram a negar qualquer envolvimento. A Rússia também tinha negado ativamente qualquer envolvimento seu – incluindo a identidade "Buk–M" das Forças Armadas Russas.
  • Photo: DOMINIQUE FAGET, AFP
    Ao mesmo tempo os terroristas impediram a equipa de investigação internacional de conduzir uma investigação objectiva sobre as causas da tragédia, uma vez que uma grande área do acidente estava minada. Algumas partes da aeronave, a que tiveram acesso, foram transportadas para a Rússia, para entregar à sucata.


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  • Photo: Hromadske.tv
    Em zonas de Donetsk e Lugansk que são controlados pelos terroristas, a situação está à beira de uma catástrofe humanitária.
  • Photo: Sergei Karpukhin, Reuters
    Os terroristas realizam ataques e lançam misseis, minas e projéteis de artilharia para áreas residenciais e objetos de infra–estrutura.
  • Photo: Mauricio Lima, NYT
    Ainda se fazem crimes em massa contra civis – opressões, espancamentos, assassinatos, sequestros e estupros.
  • Photo: EPA
    Nas cidades aparecem militares–muçulmanos da zona do Cáucaso, o que confirma a influência externa sobre o conflito na Ucrânia.
  • Photo: TASS
    Vários grupos de terroristas lutam também entre si pelo controle dos territórios. Durante estes confrontos armados usam armas pesadas, levando à morte de civis. Por causa dos combates das regiões de Donetsk e de Lugansk deslocaram–se para outras regiões da Ucrânia mais de 514 000 pessoas.
  • Photo: Darko Vojinovic, AP
    Com o apoio ativo da Rússia os militantes separatistas realizam a destruição sistemática da economia e de infra-estrutura da Donbass.
  • Photo: Maks LEVIN
    Foram destruídas mais de 960 km de estradas e rodovias e 30 pontes. Destruídas mais de 4500 prédios nas zonas de habitação.
  • Photo: Marko Djurica, Reuters
    Foram desmontados e exportados para a Rússia equipamentos de algumas empresas, precisamente aquelas que produziram armas. O carvão explorado nas minas das áreas ocupadas também está a ser exportado ilegalmente para a Rússia.


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  • Photo: Roman Pilipey, EPA
    O governo ucraniano faz muito para restaurar a normalidade nas áreas libertadas dos terroristas. Todas as operações para libertar as zonas habitadas, são realizadas com a máxima precisão.
  • Photo: Petro Zadorozhnyy
    Para os territórios libertados entram centenas de toneladas de assistência humanitária. Foi recuperado o funcionamento de quase todas as escolas e jardins–de–infância, foi feito o pagamento das pensões e dos salários.
  • Photo: Sergey Kozlov, EPA
    Para proteger as pessoas, o Serviços de Segurança fazem operações ativas anti sabotagem, as tropas constroem linhas de defesa com a ajuda dos voluntários locais.
  • Photo: Maks Levin
    Os cidadãos da Ucrânia apoiam o estado nesta luta em todo o país: a partir do Oeste para o Leste milhares de voluntários coletam milhões de Hryvnia's para ajudar o exército ucraniano.
  • Photo: Ukrainian Ministery of DefenSe
    A tremenda onda de patriotismo, união do país numa nação, criação de um novo exército, popular – é a resposta da sociedade ucraniana para a agressão russa.
  • Photo: Maks Levin
    Centenas de soldados ucranianos, que deram as suas vidas na guerra pela independência, e civis, que foram vítimas de agressão, entrarão como heróis na história moderna da Ucrânia. E os ucranianos sabem o preço da independência do país e vão mantê–lo.
  • Photo: ROMAN PILIPEY, EPA
    A atual nação europeia dos ucranianos não vai permitir, a ninguém, colocar sob dúvida a sua existência, a sua história, o seu próprio estado.
  • Photo: Petro Zadorozhnyy
    A Ucrânia recebe o novo exército, livre dos vestígios da época Soviética – um exército de patriotas, para os quais não tem importância o local de nascimento, língua ou religião de qualquer cidadão da Ucrânia.
  • Photo: Ministry of Defense of Ukraine
    É claro que o nosso exército ainda necessita uma reforma fundamental para as normas das forças militares ocidentais. É claro que por falta de experiência o comando nem sempre é perfeito, infelizmente. No entanto, o exército ucraniano implementará reformas técnicas e com esse indicador superará o exército russo.
  • Photo: GRABAR VITALIY, LUFA
    É importante, que o exército ucraniano já venceu o exército russo com o seu nível de moralidade – dezenas de nomes e histórias de novos heróis ucranianos ainda estão à espera do seu tempo para serem ouvidos. Infelizmente, milhares dos russos já não poderão voltar para casa e dizer a verdade sobre esta guerra sem sentido, iniciada pelo Kremlin – soldados anónimos partilham dezenas de valas comuns na Ucrânia.
  • Photo: Olivier Hoslet Pool, AFP
    No ano passado a Ucrânia elegeu os novos Presidente do país, Governo e Parlamento, que assumem as responsabilidades públicas de governar o país democraticamente e mantê–lo no caminho Europeu.
  • Photo: Valentyn Ogirenko, REUTERS
    A Lei Anticorrupção iniciou o processo de clarificação e limpeza do poder (tal chamada “lustração”). Todos os funcionários que tentam evitar a lustração ou continuam a cometer atos de corrupção, não conseguirão fugir da punição – os ucranianos deixarão de ter medo do poder.
  • Photo: Maks LEVIN
    A nova Cortina de Ferro que separará o mundo democrático do mundo totalitário em breve vai emerger na fronteira oriental da Ucrânia. E a assinatura do Acordo de Associação com a UE – é só o primeiro passo de um longo caminho.
  • Photo: SAUL LOEB, REUTERS
    Os Ucranianos modernos irão novamente, tal como nos últimos mil anos os seus antepassados – os Russychi da Kyivska Rus', que pararam nas planícies os mongóis, e os cossacos, que consteram a invasão dos Tátaros, estão prontos para salvar a civilização europeia da Orda do Leste.
  • Photo: Ratushniak Oleksandr
    E desta vez – é para sempre.


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